SINDASP apresentou êxito do Educomex durante o SICOMERCIO 2025
O Sicomércio 2025, realizado de 9 a 11 de julho, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF), reuniu representantes de sindicatos com foco no presente e no futuro da representação sindical. Foram três dias de conteúdo qualificado, integração e boas práticas, com debates de alto nível com nomes que são referência em inovação, gestão e liderança institucional, reforçando o papel estratégico dos sindicatos no cenário nacional. Em cada espaço, dirigentes e técnicos de entidades patronais compartilharam experiências voltadas à sustentabilidade institucional, à modernização da representação e à valorização da base empresarial em suas regiões.
A programação dos eixos temáticos, do último dia do Sicomércio 2025, foi marcada pela apresentação de práticas que demonstram como a atuação sindical pode ser inovadora, representativa e, sobretudo, estratégica. O eixo de comunicação institucional reuniu experiências que mostram como a tecnologia e a comunicação estratégica têm sido aliadas do associativismo.
Neste momento do evento, o SINDASP e a Feaduaneiros, através do EduComex, fizeram mais do que apresentar um projeto: colocaram a educação aduaneira no centro das atenções do maior encontro institucional do Sistema CNC. Entre federações, sindicatos patronais, Sesc, Senac e autoridades públicas, a presença do comércio exterior foi marcada por conteúdo, consistência e visão de futuro.
O eixo de comunicação institucional reuniu experiências que mostram como a tecnologia e a comunicação estratégica têm sido aliadas do associativismo. A apresentação institucional da plataforma EduComex – criada pelo SINDASP, como modelo de capacitação permanente voltada ao comércio exterior – foi conduzida por Elson Isayama, presidente do SINDASP, e Yuri da Cunha, coordenador do projeto. Eles compartilharam os caminhos, as escolhas pedagógicas e a arquitetura técnica da plataforma, conectando o projeto ao esforço nacional de qualificação e competitividade. A fala de ambos foi direta: formar gente é formar futuro.
A apresentação da plataforma Educomex consolida a iniciativa de capacitação técnica criada para formar profissionais do comércio internacional com foco em inteligência regulatória, logística estratégica e gestão coordenada de fronteiras. Às vésperas de completar seu primeiro ano e meio de existência, e entre outras brilhantes iniciativas apresentadas no evento, o Educomex consagrou-se como uma referência nacional em formação técnica aplicada ao comércio exterior. Com trilhas formativas que dialogam diretamente com as exigências da cadeia logística e com os marcos da modernização aduaneira, a plataforma reforçou sua posição como vetor estratégico de qualificação profissional.
“Levar o Educomex ao palco do SICOMÉRCIO, junto com nossa federação nacional — a Feaduaneiros — é um gesto político e pedagógico. É mostrar que o Brasil tem profissionais qualificados capazes de formar seus próprios quadros. O Sistema Comércio reconhece isso, e nós estamos prontos para contribuir”, afirmou Marcelo de Castro, diretor de marketing institucional do SINDASP.
O vice-presidente do SINDASP, Rogério Grecchi, também destacou a importância de estar em um espaço de troca institucional qualificada: “O SICOMÉRCIO é o lugar onde boas práticas se tornam políticas de futuro. Quem tem humildade para aprender com os melhores, constrói instituições mais fortes. E quem representa o comércio exterior precisa estar nesse diálogo desde a primeira fila”, cravou Grecchi.
A ambientação do evento chamou atenção. Não apenas pela estrutura física e digital, mas pela mensagem que comunicava em todos os detalhes: o futuro será sustentável, urbano e inteligente. Cidades imersivas, experiências sensoriais, painéis temáticos e espaços de cocriação conduziram os participantes a pensar desenvolvimento com novas lentes.
Essa visão — centrada em inovação, descarbonização, digitalização e cooperação — está presente na agenda estratégica da CNC. E é nesse horizonte que convergimos: o comércio exterior, as aduanas, os operadores logísticos e todos os que atuam nas fronteiras precisam dialogar com esse novo tempo. A transição verde, a gestão eficiente e a inteligência institucional não são tendências — são exigências.
