SINDASP coordena reunião técnica com a Receita Federal e entidades setoriais para alinhamento sobre NPI e ligamento da DUIMP
O Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (SINDASP) coordenou, na Superintendência da 8ª Região Fiscal da Receita Federal do Brasil, uma reunião técnica que contou com representantes das unidades aduaneiras de Guarulhos, Viracopos e São Paulo, além das entidades do setor regulado — ABRAIDI, ABIMED e CBDL — e da entidade do comércio exterior, AMECOMEX.
O objetivo do encontro foi promover o alinhamento técnico de conceitos nas operações entre a Aduana e a Anvisa, em um momento considerado fundamental para a consolidação do Novo Processo de Importação (NPI) e da transição para o ligamento da DUIMP. A iniciativa buscou fortalecer uma gestão coordenada de intervenientes, aproximando os órgãos de controle e o setor privado, para assegurar previsibilidade regulatória, clareza procedimental e segurança nas rotinas operacionais.
Durante a reunião, sob coordenação do SINDASP, foram tratados pontos de harmonização de entendimento e padronização de práticas. Com base nas contribuições apresentadas pelos participantes, está sendo elaborado um instrumento técnico de convergência regulatória que será submetido à análise conjunta dos órgãos e entidades envolvidas, com o propósito de reduzir divergências interpretativas e fomentar um canal permanente de cooperação.
Pelo SINDASP, participaram o diretor Marcelo de Castro e, pela equipe de projetos, a assessora Angélica Marques. Em suas abordagens, eles destacaram a importância de um modelo de gestão coordenada de intervenientes capaz de integrar práticas, garantir transparência e promover segurança jurídica nas operações de comércio exterior.
O SINDASP registra seu sincero agradecimento à Superintendência da 8ª Região Fiscal da Receita Federal do Brasil, que recebeu o SINDASP e as demais entidades do setor regulado de forma cordial e colaborativa, possibilitando um diálogo técnico franco e produtivo. A entidade reforça que iniciativas dessa natureza são essenciais para o aperfeiçoamento contínuo do ambiente aduaneiro-sanitário e para a modernização responsável do comércio exterior brasileiro.
